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Guerra dos Farrapos

Guerra dos Farrapos

quarta-feira, 28 de março de 2012

Olhe para o céu. ( Look at the sky. )


Não sei você, mas às vezes me sinto pequenininho. Como se eu fosse do tamanho de um grão de feijão e o mundo fosse me engolir. Como se tudo tivesse o triplo do meu tamanho, meu peito aperta e me dá um frio na barriga.
Então olho para os lados, e vejo as pessoas que amo e que me amam. Vejo o tanto de objetivos que tracei e quantos desses consegui colocar em prática. Se viro meu olhar para trás, não consigo enxergar o ponto de partida, do tanto que já andei. Porém nunca me esqueci de onde vim, nem quais são minhas raízes. Faço questão de ensinar aos meus, que a vida é uma grande ladeira e tem momentos em que você está subindo e que suas pernas estão fortes e seu fôlego te faz se erguer cada vez mais rápido. Contudo existem outras fases em que talvez alguns passos sejam dados na direção oposta. Você precisa saber recuar. Precisa entender que é melhor dar duas passadas para trás e manter a base do que uma para frente e cair.
Todas as pessoas que passam por sua vida quando você está subindo provavelmente passarão quando estiver numa eventual descida, então é bom que te lembres como tratou aqueles que passaram pelo seu caminho enquanto o vento estava ao seu favor. Pode ser que você precise de uma mão para te segurar, pois não se vence sozinho, então é bom tratar bem os que estão ao redor.
Nestes dias em que me sinto pequenininho, procuro um abraço amigo e digo as pessoas que amo o quanto as amo e isso me fortalece.
As minhas maiores conquistas foram feitas de pequenas atitudes no dia dia. Grandes Triunfos são frutos de pequenas vitórias, juntando tudo é que talvez possamos mensurar a importância. É preciso viver as etapas.
É preciso dar as questões o tamanho que elas realmente tem, para que não supervalorizemos os inimigos e nem desvalorizemos nossos aliados.
Quando estiver se sentindo pequenino, olhe para as estrelas.
Elas também parecem pequeninas, mas na verdade são muito maiores do que imaginamos. Lá é onde guardamos nossos segredos. Na força e no brilho que mantemos dentro de nós. Nossa luz própria, a confiança em si, o respeito, o amor, a fé, Deus ( seja ele qual for o seu ).
Boa noite amigos. :)


(por Tico Santa Cruz da Banda Detonautas )
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Blog dele - http://bloglog.globo.com/ticosantacruz/
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I do not know you, but sometimes I feel small. As if I were the size of a bean seed and the world would swallow me. As if it had three times my size, my chest tightens and gives me the goose bumps.Then look at the sides, and I see people I love and who love me. I see so much that I set goals and how these could put into practice. If I turn my gaze back, I can not see the starting point of so much that he walked. But I never forgot where I came from, or what are my roots. I must teach my, life is a big hill and there are moments where you're going up and your legs are strong and your breath makes you rise faster and faster. However there are other steps that maybe some steps be taken in the opposite direction. You need to know to retreat. Need to understand that it is better to give two passes back and keep the base of a forward and fall.All people who are in your life when you're likely to spend up when a possible descent, then it is good that thou art mindful of how he dealt with those who went his own way while the wind was in their favor. You may need a hand to hold you because they do not win alone, then it is good to treat well those who are around.In these days when I feel tiny, try a friendly hug and tell people how much I love and this love gives me strength.My greatest achievements have been made of small things on the day. Great triumphs are the result of small victories, putting it all together is that we may measure the importance. We must live the steps.We must give the questions the size they actually have, not to supervalorizemos desvalorizemos enemies nor allies.When you are feeling little, look at the stars.They also seem tiny, but are actually much larger than we imagine. This is where we keep our secrets. In strength and brilliance that we keep within us. Our own light, self-confidence, respect, love, faith, God (whatever it is yours).Good evening friends. :)

 (By Tico Santa Cruz Band Detonautas)His profile on Facebook - http://www.facebook.com/profile.php?id=100000039270246Blog it - http://bloglog.globo.com/ticosantacruz/

Yothu Yindi


A banda Yothu Yindi, formada em 1986, utilizou na formação do seu nome um termo do povo aborígine Australiano Yolngu que significa "filho e mãe", essa expressão serve para descrever as relações entre os clãs aborígines da região australiana de Arnhem, de onde vem o grupo liderado pelo vocalista Mandawuy Yunupingu.
Os membros da tribo Yolngu vivem no nordeste de Arnhem Land, no território do Norte. Alguns deles vivem em Yirrkala e outros vivem em agrupamentos familiares nas matas da região, são os "Homelands Centres", movimento de retorno dos nativos às matas.
Com exceção do baixista Stuart Kellaway, que não é aborígine, os integrantes da banda pertencem basicamente aos clãs Gumatj e Rirratjingu que possuem fortes tradições culturais, religiosas e artísticas, devido principalmente ao tardio contato com os europeus (chamado pelos aborígines de "balandas"), ocorrido na década de 30 do século passado.
Começaram a se destacar em 1988, quando participaram de vários shows de protesto durante o bicentenário da Austrália, já que como aborígines, não tinham nada a comemorar devido as varias mazelas que seu povo enfrentava como poluição, roubo de terras e o fim das florestas e das línguas nativas. No mesmo ano partiram para uma turnê por 32 cidade norte-americanas, abrindo para a banda Midnight Oil. Na volta gravaram "Homeland Movement", seu primeiro disco, que possui uma das faixas com o mesmo título do álbum onde se fala sobre o movimento de retorno dos nativos australianos às matas.
O sucesso veio com o segundo disco, "Tribal Voice" que faz uma mescla perfeita de ritmos tribais aborígines e ritmos pops, como rock e reggae. Esse trabalho foi considerado o melhor disco indígena de 1992 e "Treaty", uma de suas faixas, a melhor canção do ano, entre outros prêmios.
Um yidaki ou didgeridoo.

O grupo combina rock e outros ritmos ocidentais contemporâneos e canções do seu repertório tribal. Assim, é possível ouvir nas suas músicas instrumentos aborígines como o percussivo "bilma", composto por pedaços de madeira batidos um no outro, e o "yidaki", longo cilindro de sopro, conhecido também como "didgeridoo".


Abaixo alguns sucesso deles:
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 The band Yothu Yindi, formed in 1986, used his name in the formation of an end of the Australian Yolngu Aboriginal people which means "son and mother," the phrase used to describe the relationships between the Aboriginal clans of the Australian region of Arnhem, where it comes from the group led by vocalist Mandawuy Yunupingu.
Yolngu tribe members live in northeastern Arnhem Land, Northern Territory. Some live in Yirrkala and others live in family groups in the forests of the region, are the "Homelands Centres", the return movement of the native forests.
With the exception of bassist Stuart Kellaway, who is not Aboriginal, the band basically belong to the clans and Gumatj Rirratjingu that have strong cultural, religious and artistic activities, mainly due to delayed contact with Europeans (called by the aborigines "balandas") , occurred in the 30s of last century.
Have established themselves in 1988, when participated in several shows of protest during the bicentennial of Australia, since as Aborigines had nothing to celebrate because the various ills that his people faced as pollution, land theft and the end of forests and native languages. In the same year left for a 32 city tour of North America, opening for the band Midnight Oil. On the way back recorded "Homeland Movement," his first album, which has one of the tracks with the same title of the album where he talks about the return movement of the Australian native forests.
The success came with their second album, "Tribal Voice" which is a perfect blend of tribal rhythms Aboriginal and pop rhythms like rock and reggae. This work was considered the best album of 1992 and Indian "Treaty", one of his tracks, the best song of the year, among other awards.
The group combines rock and other contemporary Western rhythms and songs from his repertoire tribal. So you can hear in their songs as percussive instruments Aboriginal "Bilma", composed of pieces of wood shakes in one another, and "yidaki" long cylinder blast, also known as "didgeridoo."