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Guerra dos Farrapos

Guerra dos Farrapos

domingo, 28 de abril de 2013

Arriscando tudo ( risking everything )



Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Eis que ele chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas, sem teto.  O homem andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada.
Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar.  Nada aconteceu.
Desapontado, caiu prostrado, para trás. E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa.
Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:
“Você precisa primeiro preparar a bomba com toda água desta garrafa, meu amigo. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir.”
O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água.
De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela agua na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, toda água que quisesse.  Ou talvez não. Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou beber a agua da velha garrafa e desprezar a mensagem?  Deveria perder toda aquela água, na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não sabia quando?  Com relutancia, o homem despejou toda a água na bomba.  Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear…  e a bomba pôs-se a ranger e chiar sem fim. E nada aconteceu.  E a bomba foi rangendo e chiando. Então, surgiu um fiozinho de água; depois,um pequeno fluxo e finalmente, a água jorrou com abundância.  Para alivio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente.  Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante.
Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante.
Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota:
“Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.”
Várias lições preciosas podemos extrair desta estória:
Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto pois este demandará um enormeinvestimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento?
Quantos ficam parados satisfazendo-se com resultados medíocres, quando poderiam conquistar significativas vitórias?
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A man was lost in the desert, about to die of thirst. Here he came to a hut old, crumbling, windowless, roofless. The man walked around and found a little shade where settled, escaping the heat of the desert sun. Looking around, he saw an old water pump and rusted.

He crawled up there, grabbed the handle and began pumping, pumping, pumping nonstop. Nothing happened.

Disappointed, fell down, backwards. And he noticed that his hand was an old bottle.

He looked at it, cleaned it, removing dirt and dust, and read a message that said:

"You first need to prime the pump with all this water bottle, my friend. Then please feel free to fill the bottle again before I leave. "

The man pulled the cork from the bottle and, indeed, there was water.

Suddenly, he found himself in a dilemma. If you drink that water, could survive. But it turned out all that water in rusty old pump perhaps obtain fresh water, very cold, there's rock bottom, all the water he wanted. Or maybe not. What should I do? Dump the old water pump and expect to have fresh water, cold, or drink the water of the old bottle and discard the message? Should lose all that water, hoping those instructions unreliable, written not know when? With reluctance, the man poured all the water in the pump. Then grabbed the handle and began to pump ... and pump began to creak and squeak endless. And nothing happened. And the bomb was creaking and squeaking. Then came a drizzle of water, then a small stream, and finally, the water flowed in abundance. To relieve the old man did well pump fresh water, crystal clear. He filled the bottle and drank it eagerly. Filled it again and again drink their refreshing content.

Then refilled the bottle for the next traveler.

Filled up to the neck, corked it and added a little note:

"Believe me, it works. You need to take all the water before you can get it back. "

Several valuable lessons can we draw from this story:

How often we are afraid to start a new project as this will require a huge investment of time, resources, preparation and knowledge?

How many are still indulging in mediocre results when they could win significant victories?

Você é insubstituível ( You're irreplaceable )



Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: “ninguém é insubstituível”. A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? – o encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.
Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico)?
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram
seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus ‘gaps’.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico…
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em ‘melhorar as fraquezas’ de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único… com toda certeza ninguém te substituirá!
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In the meeting room of a multinational director nervous talking with his management team. Shakes hands, shows and charts, looking into the eyes of each threat: "no one is irreplaceable." The phrase seems to echo the walls of the meeting room in the silence. Managers look at each other, some bow their heads. Nobody dares to say anything. Suddenly an arm rises and director prepares to crush the raunchy:

- Any Questions?

- Yes I do. And Beethoven?

- How? - The manager stares confused.

- You said that no one is irreplaceable and who replaced Beethoven?

Silence.

These days I heard this story told by a professional that I know and found it very meaningful to talk about it.

After all companies talk in discovering talent, retain talent, but basically still think that professionals are pieces within the organization and that when one comes out, just find another to put in place.

Who replaced Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? The Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico (today Flamengo is an orphan Zico)?

All these talents made history by doing what they like and what they do well, or did

his talent shine. And therefore are rather irreplaceable.

Every human being has a contribution to make and directed his talent for something. It is time for leaders of organizations review their concepts and start thinking about how to develop the talent of your team focusing on the brightness of your strengths and not using energy to repair their 'gaps'.

Nobody remembers or want to know whether Beethoven was deaf, if Picasso was unstable, Caymmi lazy, egocentric Kennedy, Elvis paranoid ...

What we want is to feel the pleasure produced by symphonies, works of art, speeches memorable and unforgettable melodies, the result of their talents.

It is up to the leaders of your organization change the look back on the team and their efforts to discover the strengths of each member. To shine the talent of each towards the success of your project.

If your manager / coordinator, is still focused on 'improving the weaknesses' of your team is likely to be that kind of leader who would bar Garrincha by having bowlegged, Albert Einstein for having poor grades, for being deaf Beethoven. And managing it the world would have lost all of those talents.

So never forget: You are a unique talent ... surely no one will replace you!