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Guerra dos Farrapos

Guerra dos Farrapos

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Quando me amei de verdade ( When I loved myself of truth )



Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!

Kim e Alison McMillen
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When I loved myself of truth, I understood that in any event, I was in the right place at the right time, at the right moment.
And then, I could relax.
Today I know that this has name ... Self-esteem.
When I loved myself of truth, I realized that my anguish, my emotional suffering, is just a sign that I am going against my truths.
Today I know that this is ... Authenticity.
When I loved myself of truth, I stopped to wish that my life was different and I began to see that everything that happens contributes to my growth.
Today I call it ... Ripening.
When I loved myself of truth, I began to realize how offensive trying to force some situation or someone just to do what I want, even though is not the time or the person is not prepared, myself included.
Today I know that the name of this is ... Respect.
When I loved myself really started to get rid of everything that was not healthy ... People, tasks, everything and anything to put me down. At first my reason called this attitude of selfishness.
Today I know that is called ... self-esteem.
When I loved myself of truth, I stopped fearing my free time and gave up making big plans, I abandoned the megalomaniac projects of the future.
Today I do what feels right, what I like, when I want and at my own pace.
Today I know that this is ... Simplicity.
When I loved myself of truth, I gave up wanting to be right and, therefore, wrong many times less.
Today I discovered the ... Humility.
When I loved myself of truth, gave up be reliving the past and worrying about the future. Now, keep me in this, which is where life happens.
Today I live one day at a time. This is ... Fullness.
When I loved myself of truth, I realized that my mind can torment me and disappoint me. But when I put in the service of my heart, it becomes a great and valuable ally.
All this is ... Read live!

Kim and Alison McMillen

Promessas matrimoniais ( marriage vows )



Em maio de 98, escrevi um texto em que afirmava que achava bonito o ritual do casamento na igreja, com seus vestidos brancos e tapetes vermelhos, mas que a única coisa que me desagradava era o sermão do padre: "Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até que a morte os separe?" Acho simplista e um pouco fora da realidade. Dou aqui novas sugestões de sermões:

- Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?

- Promete saber ser amiga e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?

- Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?

- Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?

- Promete se deixar conhecer?

- Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?

- Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?

- Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?

- Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?

- Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja?

Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher: declara-os maduros

Martha Medeiros
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In May 98, I wrote a text in which he stated that he thought beautiful wedding ritual in the church, with their white dresses and red carpets, but the only thing that displeased me was the priest's sermon: "It promises to be faithful in joy and in sorrow, in sickness and in health, to love you and respect you until death do you part? "I think a bit simplistic and unrealistic. Give new suggestions here sermons:

- Promise not to let the passion make you a controlling person, but respect the individuality of your loved one, always remembering that it does not belong to you and is on your side by free will?

- Promises know to be friends and be lover, knowing exactly when to step in again and, without this you become a person of dual identity or a less romantic person?

- Promises to make the passage of years a coming of age via, not a way of charges for idealized dreams that have not come to fruition?

- Promises pleasure to be with the person you have chosen and be happy next to her simply because she was the person who best knows you and therefore better prepared to help you, and you to it?

- Promises to let you know?

- Promise you will continue to be a gentle, caring and polite person who will not use the routine as an excuse for their lack of humor?

- Promise you'll have sex without modesty, that will make children for love and will, and not because it is what is expected of you, and educate them to be independent and knowledgeable about the reality that awaits them?

- Promise you will not speak ill of the person you married only to boot laughter of others?

- Promises that freedom will follow word having the same importance it has always had in your life, you know you are responsible for yourself without being enslaved by another and know how to deal with her own loneliness, which eliminates any marriage?

- Promise you will be so yourself as it was minutes before entering the church?

Therefore, I declare them much more than husband and wife, declares mature

Martha Medeiros